sábado, 30 de abril de 2016

Viajar faz bem!


Local: Duna do pôr do sol em Jericoacoara - CE


Deixei de postar no blog nas últimas semanas, pois estava de férias e aproveitei para viajar. 

Foi ótimo para descansar, relaxar e conhecer lugares novos. Quando eu viajo me "desconecto" da vida cotidiana e aproveito ao máximo o momento presente. 


Viajar pode trazer vários benefícios, em especial para a redução do estresse diário. 



Viajar nos dá a oportunidade de desconectar da rotina

Quando viajamos paramos de pensar nos problemas da vida cotidiana com tanto foco e talvez seja essa saída para manter a mente relaxada e consequentemente achar uma solução mais clara. Com a rotina do dia a dia perdemos um pouco de contato com nós mesmos. A viagem faz com que você tenha mais tempo livre, 
fazendo com que você retome um contato interno. Sair de férias nos permite recarregar as baterias, desligando-nos da nossa vida regular.

Viajar aumenta o nosso conhecimento e amplia a nossa perspectiva

Conhecer novas culturas é fantástico para a mente, isso nos dá uma nova perspectiva sobre a vida, podendo nos ajudar a mudar alguns dos nossos hábitos. Descobrir diferentes valores é muito interessante.

Viajar muito ajuda na adaptação das mudanças da vida

As pessoas que viajam muito, em geral, estão mais abertas as mudanças que a vida pode oferecer.
Novas experiências aumentam nossa desenvoltura por situações de vida que você nunca iria encontrar em casa. Além disso, a mente mais aberta consegue achar soluções mais rápidas para inúmeros 

problemas.

Viajar cria memórias para toda a vida

Ao viajar você cria novas memórias, pode dar uma nova perspectiva sobre o seu relacionamento ou cimentar o vínculo para sempre. Além disso, você terá boas histórias para contar às pessoas.

Fonte: posestacio





sábado, 9 de abril de 2016

Resenha do livro "Manual Prático - Mindfulness. Curiosidade e a aceitação" - parte 1

Boa noite,

Fiquei um pouco ausente, pois estive atarefada nas últimas semanas. Uma dessas tarefas foi fazer essa resenha. E vou compartilhar um pouco desse trabalho com vocês. 

O livro "Manual Prático - Mindfulness. Curiosidade e aceitação" (Palas Athena, 2015, 246 páginas), dos autores Javier García Campayo e Marcelo Demarzo aborda muito bem, desde o prefácio, o fato de vivermos em um mundo em constante mudança e que essa adaptação frenética costuma ocorrer à custa de estresse e sofrimento. 

Então, a rápida expansão do Mindfulness nos últimos anos pode ser explicada, em parte, pela necessidade do ser humano contemporâneo encontrar meios para sobreviver dignamente no ambiente de sua própria criação. 
Por meio da globalização, o Ocidente olhou para o Oriente e surgiu uma troca frutífera de informações, de conhecimentos e de habilidades vitais em ambos os sentidos. 

Segundo os autores dessa obra, mindfulness é uma terapia secular sem qualquer reminiscência religiosa ou cultural, com uma sólida base científica. Embora a palavra mindfulness seja habitualmente traduzida como “atenção plena”, “observação clara” ou “consciência plena”, o termo também inclui outros aspectos.

É importante ressaltar, que Mindfulness refere-se a um estado ou característica da mente humana e que a meditação é uma das técnicas mais utilizadas para obter essa característica.
Um dos elementos-chave do mindfulness é a atitude amável em relação a si próprio. A atitude de compaixão e amabilidade que devemos ter perante nós mesmos.

Jon Kabat-Zinn, define mindfulness como “simplesmente parar e estar presente, isso é tudo”, e essa é a definição com a qual eu mais me identifico, pois de fato quando você pratica o mais importante é “parar” e “estar presente”.
O marco mais importante para o desenvolvimento de mindfulness foi a fundação, no ano de 1979, do Centro de Mindfulness da Universidade de Massachusetts (EUA) por Jon Kabat-Zinn, que desenvolveu o “Programa de Redução de Estresse” Baseado em Mindfulness” (Mindfulness-Based Stress Reduction Program, MBSR).

Alguns autores denominaram o “modo ser”, em contraposição à forma habitual com que a nossa mente funciona na vida diária, que descrevem como “modo fazer”, este último modo citado poderia ser definido como quando a mente está preocupada em analisar o passado e o futuro. Nesses casos, a mente tende a divagar de maneira contínua e o que acontece conosco, em geral, é rotular e julgar os pensamentos ou acontecimentos como bons ou ruins, agradáveis ou desagradáveis, por exemplo. 
No modo mindful a abertura e a flexibilidade da mente são totais, o foco do “modo ser” está em aceitar e permitir a experiência dos fenômenos em nossa vida diária, sem pressão para muda-la ou julgá-la.

Algo que achei interessante de ser abordado nesse livro é o fato de mencionar que os resultados não são rápidos, pois algumas pessoas esperam obter resultados nas primeiras meditações. Entretanto, estudos demostraram que em oito a doze semanas de práticas formais diárias de vinte a trinta minutos pode-se obter mudanças psicológicas significativas. 
É importante ressaltar que meditar é uma técnica que requer disciplina e vontade, sendo fundamental que esta prática seja incluída de forma habitual em nossas vidas para que os resultados sejam mantidos.